O nosso estilo:


Acreditamos em conteúdo original e de qualidade. No marketing digital que funciona, que engaja e que traz resultados. Sem truques nem fórmulas mágicas. E é isso que faz a nossa empresa não parar de crescer!

A nossa missão:


Te apresentar o marketing que atinge, engaja, converte e alavanca.

Nós ensinamoso que aplicamos!


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Quem sou eu


Eu sempre fui um daqueles meninos que não se encaixava na engenharia, na medicina e nem no direito. Aliás, eu até tentei ser advogado, mas não deu muito certo…

Ainda bem!

Pra falar a verdade, eu nunca trabalhei 100% OFFLINE. A minha vida e a internet se confundem há mais tempo do que eu consigo lembrar. Há exatos onze anos eu sobrevivo nessa selva (a internet).

Já fiz todo tipo de coisa: criei blogs, gerei conteúdo para terceiros, estive no mercado financeiro, ajudei escritórios e empresários a se comunicarem melhor com o seu público…

Hoje, tenho orgulho em dizer que sou o criador do O Novo Mercado, uma escola criativa para negócios. Lá é o lugar certo para empreendedores, profissionais criativos e empresários garimparem conteúdo de qualidade sobre design, inovação, copywriting, marketing de conteúdo, social media…

Ah, e eu tenho uma agência, também. A IDC. Lá, nós desenhamos, expandimos, catapultamos e aprimoramos negócios, gerando soluções extraordinárias para pessoas que querem trabalhar duro com o que amam.

Em 2016 eu pude contar com mais de 3 milhões de visualizações nos meus canais, algumas dezenas de negócios entregues, clientes felizes, projetos e eventos que foram considerados um sucesso e muita gente satisfeita…

Sempre tem um probleminha ou outro, mas a gente encara como se fosse um motivo para fazermos ainda melhor. J

Estive pensando o que eu poderia adicionar ao me about (já que nunca tive um) e decidi que a melhor forma de mostrar a você o que eu sou e o que faço seria respondendo a uma sequência (um monte delas!) de perguntas.

Vamos ver se isso daqui dá certo…

 

Um pouco mais sobre mim…

Quem é o Ícaro de Carvalho para você?

Foto do Ícaro de Carvalho com a esposa

 

Pai do Matteo, marido da Anna. Um cara comum, que gosta de escrever e se preocupa (realmente!) com a construção de uma comunidade ON-LINE.

Um cara que não gosta de fórmulas mágicas e que se incomoda ao ver a maneira com que algumas pessoas vendem o marketing digital e o copywriting por ai.

Alguém que dá duro todas das manhãs para abrir algumas cervejas no fim do dia.

 

E quais são as suas especialidades?

Copywriting, social media, design, experiência do usuário…

Eu gosto da comunicação como um todo e principalmente o conteúdo gerado com honestidade.

 

E o que é gerar conteúdo com honestidade?

Algo feito de verdade, porque se quer fazer. Esquecer esse negócio de postar para vender ou de escrever um artigo para conseguir clientes…fazer isso porque você gosta de fazer.

São mais de 4.630 posts de conteúdo nos últimos anos…

Ninguém é maluco de produzir tanta coisa se não for apaixonado pelo que está fazendo.

 

E aonde você coloca tudo isso?

Cabeçalho do Facebook do Ícaro de Carvalho

A maioria está no meu Facebook.

Mas tenho textos no Medium, em alguns blogs que eu escrevo, no Indigesto, aqui nesse blog, também…

O Orkut matou muita coisa (infelizmente) mas a maioria (e os melhores) sobreviveram!

 

E um pouco sobre a minha rotina…

Quantas horas por dia você gasta estudando, produzindo e escrevendo?

Pra cacete. Um bom pedaço do meu dia é destinado a isso.

Sou um viciado no Facebook e eu estou trabalhando duro para remediar isso. Hoje, ele me toma pelo menos três a quatro horas por dia. Quero reduzir isso para uma hora e meia.

Reservo pelo menos uma hora por dia para ler – e quando eu digo ler é literatura de verdade, não livro técnico sobre comunicação, marketing e negócios.

Duas ou três horas do dia eu reservo à escrita.

O resto é a família, as piadas, os amigos e o bar.

 

Você tem algum ritual, dica ou conselho para se manter tão produtivo?

Foto de uma xícara de café

 

Café.

Três vezes por dia, no mínimo.

Eu não sou muito bom com esse negócio de rotinas saudáveis.

 

E que conselho você daria para quem quer se tornar mais produtivo?

Eu não posso dar dicas de produtividade para ninguém.

 

E qual é a parte do dia que você reserva para produzir os seus textos e atender aos seus clientes?

Meus dois melhores horários do dia são o começo da manhã (até as 10:30) e o fim da noite (após as 20:00). O meio é um enorme desperdício.

 

Você segue algum sistema para produzir os seus textos?

Não. Tomo um café, fumo um cigarro e mando bala. Sem truques.

 

E você produz todo os dias?

Todos os dias. De segunda a sexta.

Sábado e domingo eu fico apenas com as redes sociais, por duas ou três horas, só.

Quer dizer…para mim isso é bem pouco, mas eu não devo ser considerado um bom exemplo.

 

Um pouco mais sobre o meu trabalho…

Defina qual é a sua atividade profissional:

Foto de um notebook

 

Existem duas formas de responder essa pergunta: a longa e a curta.

A longa eu poderia começar a dizer tudo o que eu faço, mas isso já foi feito lá em cima.

Vamos lá…eu vou responder como eu faço quando as pessoas na rua (ou os meus familiares) me perguntam o que eu faço: eu trabalho com comunicação e criatividade.

Gero conteúdo, desenho páginas e produzo estratégias para pessoas comuns obterem resultados acima do comum.

 

Você pode ser mais específico?

Tá, vamos lá. A minha atividade está dividida em dois grandes grupos: estratégia e conteúdo.

Estratégia: eu penso, desenho e construo projetos digitais. Do seu nome, slogan, páginas de venda, captura, automação e tráfego, seja para negócios que já existam (e queiram aumentar) ou para os que ainda não saíram do papel.

Conteúdo: faço a produção de todo o copywriting, da comunicação em redes sociais, o marketing de conteúdo, funis de vendas, e toda porção textual que vai em páginas de venda, captura, recompensas, iscas, lead magnets…

Eu só não faço faxina, de resto…

 

Tá, é bastante coisa. De tudo isso, qual é a sua especialidade?

Definitivamente a geração de conteúdo. O copywriting, o storytelling, a construção de um ambiente focado na implementação de uma comunidade. O cara chegar, gostar, se identificar e se sentir bem durante os pontos de contato que tem com a sua marca ou negócio.

 

E quais são os seus autores preferidos?

Há duas classes de autores: os profissionais e os não profissionais.

Se eu não tomar cuidado, essa resposta pode se tornar imensa.

Digamos assim…para o meu trabalho, eu admiro o Rosser Reeves, Claude Hopkins, David Ogilvy, Eric Ries, Taleb, Chirs Hughes, Mark Zuckerberg e, é claro, o Steve Jobs.

Como leitura que não está ligada ao meu trabalho, a lista é infinita, mas eu destaco a importância de se ler Chesterton, Melville, Cervantes, Dostoievski, Ortega Y Gassett…

Sei lá. Lista de autores é complicado. Tem muita coisa pra citar.

 

E qual foi o melhor livro que você já leu?

Imagem do livro Moby Dick

Eu tenho uma relação especial com Moby Dick.

 

E se pudesse citar apenas uma frase?

“Pessoas completamente mundanas nunca entendem sequer o mundo”.

Essa é a abertura do capítulo dois (o maníaco) do livro “Ortodoxia”, do Chesterton.

Leia-o inteiro. Você não irá se arrepender.

 

Você trabalha ouvindo música?

Não. Nunca. Eu só consigo fazer uma coisa de cada vez. Se você ligar o som eu paro de trabalhar.

Só consigo pensar no silêncio absoluto.

 

E como você lida com os prazos?

Trabalho muito quando eu estou em um período produtivo. Quando eu não estou, simplesmente eu não faço nada.

Eu acredito piamente no ócio criativo. Taleb, um dos autores que eu citei acima, disse que a maior parte dos profissionais criativos possuem 70 dias por ano (as vezes menos) em que estão trabalhando plenamente e que o resto deveriam descansar.

Eu concordo plenamente com ele.

 

E o que você faz nos outros dias?

Respondo e-mail, atendo clientes, produzo e assino contratos, valido layouts e textos que eu produzi em um desses dias em que eu estive criativo.

Eu devo produzir (produzir mesmo) no máximo dois dias por semana. O resto é acompanhamento e trabalho burocrático.

 

E você acredita em “bloqueio criativo”?

Foto de uma bola de papel

Sim. E ele só acontece quando você está trabalhando fora do seu período produto.

E, quanto mais você força, pior fica. Não tem solução, por mais que coaches e especialista em produtividade digam que sim.

É por isso que existem tantos trabalhos ruins rodando a internet.

 

E você possui alguma musa-inspiradora?

Quando eu estou em algum período pouco criativo, costumo recorrer à arquitetura, à pintura e ao design para dar uma resfriada na minha cabeça.

Costumo abrir o Pinterest ou o Behance e ficar folheando imagens durante horas.

Isso descansa a cabeça.

 

Você se considera um cara inteligente?

Eu sou um cara que coleciona muito bem muitas experiências. Que já se fodeu muito na vida. Que já morou em duas dúzias de casas, que já passou por poucas e boas e que é o que é por conta da pessoas formidáveis que eu mantenho ao meu lado.

Não me considero um cara inteligente…eu acho é que tenho uma facilidade em me comunicar.

 

E o que faz alguém se tornar um ótimo comunicador/escritor?

Ler muito. E quando eu digo ler não são os livros sobre negócios ou marketing, mas literatura. Grandes romances formaram mais publicitários espetaculares do que todas as universidades de marketing somadas.

Viver. Você tem que tomar algumas marretadas na cabeça. Tem que brigar, chorar, não saber se conseguirá chegar até o final do mês. Isso tudo de fortalece. Te faz mais robusto.

E gramática. Você tem que se acostumar a escrever e a falar muito bem – e sempre.

Escrever e se comunicar é como academia: se você não usa, atrofia.

Não existe receita mágica.

 

E qual é a sua estrutura de trabalho?

Por incrível que pareça, por boa parte da minha vida eu dependi apenas de um notebook e um celular.

Hoje eu tenho um escritório, recheado de monitores e com uma porrada de materiais, mas 95% do que você precisa para faturar muito mais do que você necessita são dessas duas coisas.

O resto é o mais raro e caro: um bom cérebro.

 

Alguns conselhos valiosos.

Qual o principal conselho para quem está começando um negócio agora?

Foto de um cofrinho

Comece pequeno. Você tem 10 mil? Divida isso em duas porções de cinco e guarde a outra metade.

Provavelmente você quebrará e vai precisar usar a outra metade para se reerguer.

 

Algum outro conselho?

Uma STARTUP não morre de sede, ela morre afogada.

Temos muito medo da falta do dinheiro, mas o que acaba nos matando é o excesso de afazeres. Queremos abraçar o mundo e nunca queremos fazer o dever de casa chato.

 

Você já quebrou alguma vez?

Literalmente, não. Nunca perdi tudo até ficar com zero na conta, mas já estive bem perto. Por várias vezes.

O que me salvou foi (sempre) a minha capacidade de gerar um volume enorme de conteúdo e pegar uma porrada de trabalhos.

 

Como evitar a quebra?

Você não a evita. É impossível.

O que você tem que fazer é assegurar que você quebrará logo cedo, quando é tudo mais fácil e que aprenderá o máximo possível com tudo isso.

 

Qual é o melhor ramo para começar a se trabalhar na internet?

Foto do Ícaro de Carvalho

O que você tem vocação.

Se você gosta de escrever, vá produzir conteúdo.

Se você possui algum tom para imagem, fotografia, edição, faça isso.

Se você gosta de vender, vá para cima.

Só (por favor) não faça o que você não se sente apaixonado. Tornará tudo uma merda.

 

E como é trabalhar em casa?

É desafiador.

Por um lado existe a liberdade e você poder estar em contato com a sua família o tempo inteiro, mas por outro é sempre um malabarismo. As pessoas acham que você tem sempre um tempinho para comprar pão, segurar a criança, levar alguém até o médico…

Se impor como profissional, mesmo que você trabalhe na sala da sua casa, é um grande desafio.

 

E qual é o maior desafio?

Ser levado a sério. Fazer as pessoas acreditarem que você pode levar uma vida (produtiva e próspera) sem precisar bater cartão e lamber as botas de ninguém.

 

E como contornar isso?

É bem fácil: é só começar a ganhar dinheiro.

Quando as contas começam a ser pagas e o saldo do banco começa a subir, todo mundo começa a te respeitar e todas aquelas piadinhas se tornam adulação. Daí, de repente, você deixou de ser um “cara maluco que não sai de casa” e se tornou o homem mais afortunado do mundo.

É sempre assim. As pessoas nunca valorizam o trabalho e a tomada de risco e acham que tudo é sorte.

 

Qual foi o trabalho que você mais gostou de fazer?

O Novo Mercado. De longe.

E ter criado o termo “empreendedor de palco”. Ouço o choro até hoje desse pessoal.

 

Algumas perguntas que não fazem o menor sentido (só para descontrair).

Qual foi o melhor conselho que você já recebeu e quem te deu?

O meu pai. Ele disse: “A vida é dura, mas é bonita, porque o engenheiro fez tudo certo”.

 

Com quem você gostaria de tomar uma cerveja gelada?

Com Adão. Falaria: “Você fodeu tudo eim, bicho?”.

 

Qual foi a melhor coisa que já te aconteceu?

Foto do Ícaro com a esposa

Casar.

Me deu, de uma vez só, uma esposa, um filho, maturidade e me tornou um homem de verdade.

 

E qual foi a pior coisa?

Eu não sei…

Talvez ter feito (por tantos anos) uma faculdade que eu sabia que não usaria para nada.

 

Um lugar preferido para viajar?

Roma.

 

E outros três?

Foto do Ícaro com a esposa em Roma

 

Roma, Roma e Roma.

 

Uma bebida?

Serra-Malte.

 

Uma comida?

Churrasco de carneiro.

 

Uma música?

Um disco: Kind of Blue, do Mile Davis.

 

Um desejo?

Poder passar pelo menos três ou quatro meses do ano na Itália. Sempre. Todo ano.

Espero que isso aconteça em 2018, já.

 

Um motivo para se ter orgulho?

Casa própria, contas pagas, independência e não dever favores para ninguém antes dos 30.

 

Canhoto ou destro?

Canhoto. Pisciano. Fodeu.

 

E aonde as pessoas podem te encontrar?

Porra, aqui.

No site do Novo Mercado.

No meu Facebook.

Na Fan-page do Novo Mercado…

Ou no bar aqui da esquina, que serve um ótimo bife à parmegiana e uma Serra Malte Geladíssima.